Publicado por: geama | 06/04/2012

COMEERJ – Oficinas de Arte

Hoje nosso post descreverá como foram as Oficinas de Arte. Esse ano tivemos algumas mudanças no formato. Não deixem de conferir!

Nessa COMEERJ, a primeira mudança nas Oficinas foram os nomes: Casa da Música, Casa das Artes, Casa do Corpo e Casa das Letras.

No domingo, os confraternistas tiveram a chance de se inscrever em uma dessas Casas e participar de atividades artísticas nas tardes de domingo e segunda. Porém, antes de serem divididos por Casas, eles foram submetidos a um questionário para avaliar como eles estavam gastando seu tempo. Afinal, esse foi o grande ponto discutido nos 4 dias de COMEERJ: o uso do tempo!

Para baixar o questionário e saber qual o seu perfil de uso do tempo, clique aqui.

Após o questionário, os confraternistas foram convidados a se deslocarem para suas respectivas Casas. Lá, eles se apresentaram e debateram sobre a atividade do questionário. Depois, foi aberto um espaço para produção artística. Cada Casa forneceu material correspondente à sua área – intrumentos, tintas, adereços, textos – para que fosse criado algo, sozinho ou em grupo, que representasse a busca pelo tempo perdido.

Alguns ficaram tímidos inicialmente, mas depois as ideias começaram a surgir. Foi muito legal ver o processo criativo acontecendo: tivemos criações inéditas e adaptações de músicas e textos já existentes. Depois, tivemos um momento de troca, onde quem quisesse, podia apresentar sua produção.

Para encerrar o primeiro dia, foram lidas algumas histórias de pessoas que usaram bem o seu tempo, para servirem de inspiração para nossas vidas.

Na tarde de segunda-feira, os confraternistas tiveram uma surpresa ao chegarem em suas casas. Existiam cadeiras e outros obstáculos espalhados desordenadamente pelo lugar! Foram então formadas duplas, em que um tinha os olhos vendados e o outro deveria guiá-lo em segurança pela confusão de obstáculos até o outro lado, porém sem encostar, somente com palavras. Chegando ao final, os papeis eram invertidos e o caminho de volta deveria ser feito do mesmo jeito.

Ao final, conversamos sobre a atividade, debatendo se era mais fácil ser conduzido ou conduzir. Falamos sobre confiança e sobre como deveríamos confiar mais em nossos mentores e na Providência Divina, que só querem nosso bem.

No polo III, a Casa do Corpo desenvolveu outra atividade de confiança, por não possuir cadeiras em seu espaço: o grupo deveria formar uma barreira de um lado da quadra e um confraternista deveria ficar na outra extremidade, fechar os olhos e correr em direção à barreira. Com essa atividade, podemos perceber como nossa confiança nos amigos não é plena e precisa ser desenvolvida.

Depois, tivemos a grande surpresa do dia: as Casas tinham trocado de Arte! Ou seja, a Música passou a ser Letras e a Letras, Música; a Corpo virou Artes e a Artes, Corpo! Alguns confraternistas não gostaram muito da mudança inicialmente, mas foi explicado que essa era uma chance única de eles explorarem algo que talvez nunca tivessem tentado.

Eles receberam frases que serviriam de inspiração para suas produções artísticas e então foram convidados a criar nessa nova forma de arte. Tivemos excelentes produções ao final das oficinas e pudemos refletir sobre como nos acomodamos em nossas vidas, sem experimentar o novo, sem mudar, e acabamos perdendo grandes oportunidades!

Deixamos vocês com algumas reflexões: Por que só faço o mesmo? Como desenvolvo novas habilidades? O que me detém?

Marcella Souza
Equipe do Blog


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